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CURSOS DA EDUCAÇÃO DE ADULTOS
2025/2026
Turmas a iniciar em fevereiro de 2026
Informa-se os adultos matriculados no curso EFA – percurso C (315 horas de formação) que devem apresentar-se no dia 20 de fevereiro às 19.05h, no Auditório da Escola Secundária de Santa Maria, para uma reunião com os professores-mediadores das turmas.
As sessões de formação terão início no dia 23 de fevereiro, de acordo com os horários que serão divulgados na reunião acima referida.
A formalização da matrícula na Secretaria da Escola é obrigatória e deve ser efetuada, impreterivelmente, até ao dia 18/02/2026, no seguinte horário de atendimento:

Documentação necessária:
- Cartão de Cidadão ou documento equivalente e NIF
- Boletim de Vacinas
- Fotografia tipo-passe (no caso de não ter cartão de aluno)
Pagamento: 25,00 €
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EDUCAÇÂO DE ADULTOS
A Escola Secundária de Santa Maria irá iniciar, no presente ano letivo, o Curso EFA C – Educação e Formação de Adultos, com início previsto para meados de fevereiro.
Este curso terá a duração de 315 horas de formação, decorrendo entre meados de fevereiro e o final de junho de 2026, em horário pós-laboral, das 19h05 às 23h45, de segunda a sexta-feira.
O curso destina-se a adultos que que pretendam concluir o nível secundário de escolaridade e que:
- tenham transitado para ou frequentado o 12.º ano, com no máximo duas disciplinas em atraso; ou
- tenham frequentado Cursos Profissionais, tendo concluído mais de 2/3 dos módulos que compõem o respetivo curso.
No final do curso, os formandos obtêm a conclusão do ensino secundário (nível 3 de qualificação). Para acesso ao ensino superior, será necessário realizar as provas de ingresso exigidas pela instituição escolhida.
Os interessados deverão, com a maior brevidade possível, contactar o Centro Qualifica da escola ou preencher o formulário de inscrição em:
Contactos do Centro Qualifica:
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- 219231880
- 967843221
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Sintra oferece aos seus visitantes imensas possibilidades de contacto com a obra de artistas plásticos, com espaços concebidos para dar a conhecer não apenas a obra de autores consagrados, mas também daqueles que pretendem afirmar o seu nome.
Foi precisamente para conhecer alguns destes espaços e artistas que, no passado dia 30 de novembro (domingo), 12 formandos do processo RVCC (S42 e S43), na companhia de familiares e amigos, participaram numa visita de estudo organizada pelas formadoras das áreas de CLC e CP.
A primeira etapa da visita fez-se pela Volta do Duche (o nome deriva dos banhos públicos aí instalados em 1848 e que fecharam em 1908), uma caminhada agradável, não obstante o vento cortante que se fazia sentir. Objetivo principal: apreciar as várias esculturas em exposição ao longo do passeio, tomando nota de autores, temáticas, materiais usados… Também estivemos atentos a outras realidades circundantes: a Fábrica das Verdadeiras Queijadas de Sapa, a entrada para o Museu Anjos Teixeira, a entrada para o Parque da Liberdade, a Fonte Mourisca, e ainda o trabalho de artistas e artesãos que ali mostram a sua arte.
De seguida, fazendo o percurso até à Estefânea, chegámos ao Museu das Artes de Sintra (MU.SA) onde visitámos as exposições a decorrer.
A primeira exposição, intitulada A Montanha, integra-se na comemoração dos 30 anos da classificação de Sintra como Paisagem Cultural da Humanidade e exibe as paisagens de Sintra existentes nas coleções municipais. De entre os artistas representados destacamos João Cristino da Silva, com Estrada da Pena (1855-57), Artur Anjos Teixeira, com Chovendo em Sintra (1930), Maria Almira Medina, com Castelo dos Mouros (1943), Stuart Carvalhais, com Sintra e seus arredores… (1940-41).
A segunda exposição visitada dá a conhecer um dos nomes mais marcantes do modernismo português, a pintora e ilustradora Mily Possoz (Lisboa, 1888-1968). Mily Possoz: uma poética do espaço apresenta o trabalho desenvolvido durante os anos 1943-1968, correspondendo sensivelmente aos anos em que a artista viveu em Sintra. Em destaque está a paisagem de Sintra, retratada em pintura, desenho, gravura e tapeçaria.
Uma das artistas que ocupa um espaço permanente no Museu é a escultora Dorita Castel-Branco, que se destacou na escultura, na tapeçaria, no desenho e na medalhística, área que lhe valeu diversos prémios em Portugal e no estrangeiro.
A finalizar a visita, uma incursão no universo hiperativo e obsessivo da artista espanhola Nádia Duvall. Touch Scream é uma exposição pluridisciplinar, abrangendo uma diversidade de formas artísticas que vão desde a pintura à escultura, passando pela instalação, pela fotografia e pela cinematografia.
Esta foi uma manhã bem passada em companhia de colegas, amigos e familiares, sempre com a arte como pano de fundo!












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Nos dias 16 e 18 de dezembro de 2025, alunos e professores das turmas de Português Língua de Acolhimento (PLA) e das Formações Modulares Certificadas (FMC) de inglês e de língua portuguesa, da Escola Secundária de Santa Maria, promoveram a atividade “Sabores sem Fronteiras”, uma iniciativa que teve como objetivo a partilha intercultural.
Num espírito de celebração e de acolhimento, os estudantes partilharam poemas, canções de Natal e pratos típicos dos seus países de origem, transformando a escola num verdadeiro mosaico de memórias, tradições, cheiros, cores e sabores.
“Sabores sem Fronteiras” teve ainda uma dimensão pedagógica muito marcada: para além da prática da oralidade e da escrita em português, os alunos desenvolveram competências de apresentação e educação intercultural. A iniciativa reforçou o papel da escola como espaço de inclusão, de encontro, respeito e diálogo entre culturas, valorizando o percurso de cada aluno e promovendo o reconhecimento da diversidade linguística e cultural como uma riqueza comum.
Esta atividade encerrou o trimestre com uma mensagem clara: a língua aproxima, a escola acolhe e as partilhas ajudam a construir pontes, derrubando fronteiras e preconceitos.

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Podemos apreciar desde o dia 13 de novembro na Biblioteca da ESSMaria uma exposição que reúne trabalhos de desenho, pintura e fotografia criados por André Gonçalves, formando do processo RVCC de nível secundário.
Deixemos que seja o artista a apresentar o seu trabalho:
A escrita
Aos 14 anos comecei a expressar o meu silêncio ao escrever diariamente, e isso tornou-se no meu maior escape. Comecei a escrever inspirado por ideias daquilo que consumia no mundo virtual, e desde então escrevo diariamente. O que começou como uma anotação de ideias aleatórias evoluiu para uma necessidade.
Desenho e Fotografia
Outra forma de expressar a minha criatividade foi o desenho, usava esboços rascunhados em cadernos para libertar as minhas ideias. Comecei, então, a criar diversos projetos pessoais por meio dessa arte e aprendi várias técnicas, como formas e sombras, que aplico inclusivamente em pinturas nas paredes do meu quarto.
E, com o tempo, o meu interesse pela beleza natural e a minha “veia de artista” uniram-se para despertar em mim um novo passatempo: a fotografia. Tal como no desenho, desenvolvi uma expressão artística própria. E sendo Sintra, o meu local de residência, uma região de grande diversidade ambiental, comecei a estar mais atento ao meu redor e a fotografar a fauna e flora que me rodeavam. Apesar de ser somente um “hobby”, com a prática aprendi, de forma amadora, várias técnicas de iluminação, ângulos e enquadramento, que ainda vou aperfeiçoando com a continuidade desta atividade.
André Gonçalves
RVCC S41





* Esta exposição enquadra-se no projeto “Os nossos Talentos” que o Centro Qualifica do AGML tem vindo a desenvolver destinado a divulgar os talentos artísticos dos formandos que integram o processo RVCC.





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