Estimada Comunidade Educativa do AGML,

Neste tempo em que a pressa se suspende e o mundo parece respirar mais devagar, deixemos que um silêncio bom nos visite. É nele que a esperança se reacende, como uma chama pequena que, apesar de frágil, insiste em iluminar.

O Natal recorda-nos que a paz começa sempre no mais íntimo: no gesto que oferecemos, na palavra que desarma, na disponibilidade para acolher o outro tal como é. Que saibamos remar juntos, com paciência e confiança, para o dia em que nenhum homem levantará a mão contra outro, e em que a aprendizagem da guerra dará lugar à arte da proximidade.

As nossas vidas tornam-se maiores quando se abrem aos outros. É aí que descobrimos a alegria que não passa, a alegria que não depende do que possuímos, mas do que partilhamos.

Desejo-vos um Natal ecuménico, onde todos cabem e todos são chamados pelo nome.